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nova escala
Já que os amigos do blog curtiram a nova escala de estrelinhas dos filmes, dessa vez resolvi inovar. Puis todos os artistas que gosto bastante, que gosto, que gosto um pouco e que não gosto nada nessa novíssima escala. Espero que gostem e se divirtam. Lembrando: posso ter esquecido alguns, outros não são importantes e não tenho que conhecer tudo. É mais ou menos isso mesmo.
Escrito por Matheus Trunk às 01h57
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  ****- Fredson, Cláudio Fontana, Ed Carlos, Luiz Carlos Clay, Os Carbonos, Os Caretas, Agnaldo Timóteo, Paulo Sérgio, , Benito Di Paula, Waldirene, Wanderléa, Elizabeth, Cláudia Barroso, Evaldo Braga, Orlando Dias, Anísio Silva, Raul Seixas, Germano Mathias, Noite Ilustrada, Demônios da Garoa, Paulinho da Viola, Monarco, Dicró, Moreira da Silva, Cyro Monteiro, Dilermando Pinheiro, Chico Anysio, Jerry Adriani, José Roberto, Nilton César, Carlos Roberto, Nenéo, Nelson Gonçalves, Adelino Moreira, Marcus Pitter, Os Originais do Samba, Jane & Herondy, Raul Seixas, Osmar Navarro, Ataulfo Alves, Ataulfo Alves Júnior, Wilson Simonal, Jair Rodrigues (a fase boa anos 60-70), Martinho da Vila, Sinhô, Evaldo Gouveia e Jair Amorim, Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Wilson Batista, Waldik Soriano, Geraldo Pereira, Bidê & Marçal, Noel Rosa, Mário Reis, Zé Kéti, Erasmo Carlos, Casquinha da Portela, Orquestra Românticos de Cuba, Roberto Silva, Inezita Barroso, João Nogueira, Tom Zé, Odair Cabeça de Poeta, Odair Cabeça de Poeta & Capote, Walter Franco, Marcelo Nova, Camisa de Vênus, Orlando Alves, Pedrinho Rodrigues, Ronaldo Resedá, Ronnie Von, George Freedman, Os Três Xirus, Velhinhos Transviados, Aladim Band, Ivon Curi.
Escrito por Matheus Trunk às 01h54
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***-, Ronaldo Adriano, Odair José, Os Carecas,Cyro Aguiar, Dom & Ravel, Marcos Roberto, Bobby Di Carlo, Jean Carlo, Diana, Martinha, Wanderley Cardoso, Adilson Ramos, Ângelo Máximo, Carlos Gonzaga, Demétrius, Dori Edson, Ed Costa, José Ribeiro, Sérgio Reis, Sérgio Mallandro, Tony Angeli, Bebeto, Martinha, Ovelha, Carlos Alberto, Waleska, Francisco Petrônio, Silvinho, Ed Lincoln, Almir Rogério, Nelson Ned, Custódio de Mesquita, Alvarenga & Ranchinho, Zé Rico & Milionário, Cartola, Nelson Cavaquinho, Os Incríveis, Gonzaguinha, Agepê, Altemar Dutra, Antônio Carlos & Jocafi, Bezerra da Silva, Clara Nunes, Branca Di Neve, Cauby Peixoto, Elton Medeiros, Gilberto Alves, João Gilberto, João Mineiro & Marciano, Jovelina Pérola Negra, Juca Chaves, Maurício Reis, MPB4, Chico Buarque, Secos & Molhados, Pixinguinha, Renato e Seus Blue Caps, Renato Teixeira, Ritchie, The Fevers, Tim Maia, Demétrius.
Escrito por Matheus Trunk às 01h53
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** - Lindomar Castilho, Luiz Ayrão, Reginaldo Rossi, Wando, Silvinha, Eduardo Araújo, Peninha, José Ricardo, Rosemary, Vanusa, Kátia Cilene, Tony Angeli, Arturzinho, Wilson Miranda, Leno & Lílian, Orquestra Som Bateau, Fernando Mendes, Célio Roberto, José Luiz, Miltinho, Dóris Monteiro, César Sampaio, Eliana Pittman, Carlos José, Lecy Brandão, Zeca Pagodinho, Luiz Américo, Vanusa, Costinha, Ângela Maria, Genival Lacerda, Trio Los Angeles, Jorge Ben, Belchior, Gilson de Souza, Joelma, Paulo Diniz, Pery Ribeiro, Silvio Brito, Roberto Leal, Tito Madi, Nalva Aguiar, Rolandro Boldrin, Téo Azevedo, Vicente Celestino, Agostinho dos Santos, Maria Creuza, Antônio Marcos, Barros de Alencar, Beth Carvalho, Alcione, Geraldo Filme, Cazuza, Dick Farney, Dilermando Reis, Donga, Elizeth Cardoso, Ivan Lins, Francisco Alves, Jamelão, Kleiton & Kledir, José Bettio, Lafayette, Neguinho da Beija Flor, Ney Matogrosso, Caco Velho, Os Vips, Pardinho & Pardal, Sílvio Caldas, Ultraje A Rigor, João Bosco, Waldir Calmon, Paulinho Nogueira.
Escrito por Matheus Trunk às 01h52
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* - Adriana, Byafra, Markinhos Moura, Sarajane, Rosana, Luiz Caldas, Dudu Nobre, Renato Russo, Maria Rita, Elis Regina, Emílio Santiago, Falcão, Harmony Cats, José Vasconcelos, Milton Nascimento, Paulo Moura, Gilbert.
Escrito por Matheus Trunk às 01h52
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A Margem
Por Ody Fraga
Trataremos hoje da mais original vocação de cineasta surgida em toda a história do cinema brasileiro: o diretor Ozualdo Candeias. Como filme-base para apreciação de seu trabalho, utilizaremos cenas de A margem, obra muito individual em sua concepção e visão do mundo e extraordinária na dinâmica cinematográfica, narrativa visual e crueza pictórica.
Se analisarmos em profundidade dois filmes de longa-metragem feitos por Candeias, A margem, sua primeira obra, concebida e concretizada autonomamente, e Meu nome é Tonho, realizado para um produtor comercial, veremos que Candeias, sem se propor a isso, nem tomar atitude intelectual, mas, por força interior, por vivência e também com muito sofrença, é o mais autêntico dire-tor existencialista de todo o cinema. E existencialista sartreano que não se aliena do social.
A margem é um filme existencialista a partir de toda a sua colocação do absurdo humano. Poderemos analisá-lo tomando como base as idéias de Sartre em O ser e o nada, onde ele diz: “É absurdo nascermos, é absurdo morrermos” e os personagens de Candeias, em A margem, são consequentemente sartrianos em seu comportamento. Eles obedecem coerentemente ao pensamento de Jean-Paul Sartre quando, ainda em O ser e o nada, o filósofo francês afirma: “Toda minha maneira de ser, manifesta liberdade igualmente, já que são os caminhos de ser meu próprio nada”.
Bem existencialista é, também, a aproximação estrutural da tragédia grega que Candeias estabelece na abertura de A margem. O destino de todas as personagens está marcado inexoravelmente. Seja qual for a atitude e o comportamento dos seres, eles serão inúteis: o indivíduo procurará sua liberdade fazendo sua própria opção perante o mundo; no caso do filme, a de viver à margem da sociedade urbana, alienando-se, mas sem poder modificar seu nada.
A seqüência inicial do filme oferece toda a chave da obra. Candeias diz aí o que tem a dizer, o resto é argumentação e exposição, mas os personagens já estão mortos.
O impressionante, para nós, na realização de Candeias, é que ele não se aliena. A alienação é das personagens. Enquanto os marginais do filme vão vivendo seu nada, cuja libertação já foi anunciada na abertura através da morte, as estruturas sociais de uma forma ou de outra permanecem como pano de fundo, funcionado ainda mais para marcar as personagens.
A margem, em síntese, conta duas historias. Poderíamos dizer, com certa ingenuidade, sem faltar à verdade, que é uma história de amor. Amor sem esperança nem salvação, amor-inferno mútuo. Livres no espaço urbano, as personagens de Candeias vivem no mais absoluto huis clos, fechados nas paredes ontológicas de sua incomunicabilidade, precisando um do outro, na medida em que são a própria forma recíproca da tortura.
Marca frisante do existencialismo de A margem Candeias estabelece em três personagens com seus mitos alienados: Bentinho e a flor, o padre, e o motorista de imaginários caminhões.
Nosso tempo é curto. Necessitamos analisar um pouca a situação de Ozualdo Candeias dentro do panorama do cinema brasileiro. Formularemos uma pergunta: O cinema de Ozualdo Candeias é Cinema Novo? Não. Cinema Novo é um rótulo, nada significa. Nada define. Dentro desse rótulo pode caber muita coisa: A demagogia barroca de Glauber Rocha e o infantilismo de Rogério Sganzerla; o artesanato de Vidas Secas ou a “chancada” intelectual de Macunaíma. O cinema de Candeias é marginal porque não pode ser filiado a nenhum grupo, seja como posição participante dentro de uma frágil indústria cinematográfica nacional, seja como posição estética e filosófica do cinema em si. Candeias é Candeias. Viu e sofreu o mundo assim; assim o passa para a tela. Sua forma cinematográfica é só sua.
Quando alguns pretendem aproximá-lo de Luis Buñuel, essa aproximação só é possível devido a certa identidade de temperamento, mas Candeias consegue sempre o que Buñuel consegue raramente, quando o consegue: ser poeta, ter o sentido lírico da situação, ver sua essencialidade. Exemplo disso é a andança matrimonial da preta, em seu cândido vestido de noiva.
Nosso objetivo, neste programa, foi chamar a atenção para a obra de Candeias, num plano de analise mais sério. Seu cinema é, entre o dos realizadores brasileiros, aquele que exige e merece estudo, pois está acima do circunstancial e da produção para o consumo de massa, ou para o consumo de grupos que se entusiasmam com o frenesi por influência gregária e convencional. Encerrando, vamos fechar o ciclo de A margem com a seqüência em que as personagens, cumprindo seu destino, são recolhidas pela morte, tendo de continuar o absurdo de permanecerem juntas. Texto para o programa Cinema/Arte/Cultura nº12 TV2 Cultura.
Escrito por Matheus Trunk às 19h37
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dodge 1800/polara

Em seus quase seis anos de atividade no Brasil, a Chrysler não teve muita sorte. Começou absorvendo a Simca, uma fábrica semifalida, em 1967. No ano seguinte, tentou continuar a venda dos modelos dessa marca. Sem sucesso, baniu-os em 1969, colocando em seu lugar o Dodge Dart, sem dúvida um bom carro, mas de preços muito altos para o consumidor brasileiro. Em 1970, deu outro passo em falso, lançando uma linha de caminhões de pouca saída. Mas a Chrysler talvez tenha completado o pagamento da penitência pelos pecados da desorganizada Simca.
Na semana passada, ela apresentou em São Paulo o Dodge 1800, um automóvel de porte médio, que provavelmente redimirá a poderosa fábrica americana de seu jejum forçado no mercado brasileiro. O Dodge 1800 é baseado no Hillman Avenger, lançado em 1970 pela Chrysler da Inglaterra e produzido desde junho de 1971 na Argentina. Recebeu algumas adaptações mecânicas para render melhor nas condições de tráfego do Brasil, mas é mais vistoso do que o original inglês, graças a uma providencial alteração estilística. Em vez de quatro portas, a Chrysler adotou a solução esportiva - duas portas -, com a parte traseira cortada obliquamente ("fast back"), bem de acordo com as preferências do mercado nacional.
Fonte: Revista "Veja" 11 de abril de 1973.
 

COMENTÁRIOS: Grande carro, dos que não se fabricam mais hoje. Foram produzidos
92.000 Polaras no Brasil durante seu período de fabricação. Enfrentou diversos
problemas. Foi fabricado de 1973 a 1981.


Escrito por Matheus Trunk às 11h48
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Escrito por Matheus Trunk às 22h43
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SITE CANDEIAS
Nada melhor que o cinema brasileiro ganhar sites que o elevem.
Nada melhor que falar de nossos cineastas e de nossos filmes,
por isso é uma felicidade total ver o belo site do Ozualdo Candeias.
Feito pelo pesquisador Eugênio Puppo, não poderia ser melhor feito.
Meus parabéns pessoais a ele e ao grande Candeias.

cena de "A Margem" de Candeias
O site é:
http://www.cinemamarginal.com.br/candeias/01.php
Escrito por Matheus Trunk às 21h51
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- A falta de posts se deu, porque fiquei sem internet em casa por cerca de uma semana, aproximadamente. Por isso, o blog acabou perdendo um pouco. Mas voltamos com tudo em cima !
- Existe uma locadora na Brigadeiro Luiz Antônio, aqui em São Paulo chamada X. É uma locadora para filmes eróticos e fica no Museu Erótico de São Paulo. Mas na verdade, isso pouco me importa. O que me importa é que seu acervo de títulos da Boca do Lixo/Beco da Fome é realmente impressionante. Há filmes que você não encontra em nenhuma 2001. E tudo, da sessão de clássicos por três reais. Parece até piada, mas não é. Dá pra fazer e organizar mostras de cinema somente com o material dessa X....
avaliação de filmes atuais:
- ZUZU ANGEL ** exagerado e repetitivo
- ANJOS DO SOL *** corajoso e legal, embora clichês, clichês e clichês...
- OBRIGADO POR FUMAR *** e meio: divertido, o que já é muito em dias como hoje
Cotação:
****- Waldik Soriano
***- Odair José
**- Fernando Mendes
*- Chico Buarque
Escrito por Matheus Trunk às 03h22
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nada melhor que a rossana ghessa !

Escrito por Matheus Trunk às 03h11
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