II PRÊMIO WILSON GREY DE JORNALISMO
Pois bem, no glorioso ano de 2006 dei aqui este prêmio ao pesquisador Rodrigo Pereira por sua bela matéria sobre os faroestes brasileiros na Sexy de outubro de 2004. Pois bem. Neste 2007, vou dar este prêmio ao gigante Ignácio de Loyola de Brandão pela publicação do artigo O HOMEM QUE AMAVA CINEMA, publicado no “O Estado de São Paulo” nesta sexta-feira, dia 23 de fevereiro de 2007 dedicado ao mestre CARLOS COIMBRA. Um trechinho:
“Carlos Coimbra sempre foi um homem simples, um artesão cuidadoso, um apaixonado por cinema. Morto na semana passada aos 79 anos, ele comeu e bebeu cinema, viveu a vida inteira, não ficou rico, como certos nomes, e nos últimos anos mergulhou no ostracismo.”
Ignácio de Loyola Brandão “Estadão”, 23 de fevereiro de 2007.
Belíssimo artigo em que Brandão, pode mais uma vez provar que não tem medo da emoção. Genial. A ele o Wilson Grey deste conturbado 2007.
Gigante Ignácio: É isso aí ! Parabéns pela coragem e pela audácia. Ainda pode-se ver jornalismo independente nesse país de Diogo Mainardis, Rodrigos Faours, cópias de Cahiers du Cinema (que não olham o cinema de sua própria cidade), entre outros. Enquanto alguns curtem o Oscar, no CINÉFILOS DE TERCEIRO MUNDO curtimos as verdadeiras musas eternas...
ROSE DI PRIMO...

Causou enorme repercussão na época essa capa da musa ROSE...
na ELE ELA número 100 !
Os milicos proibiram a venda da revista, num ato grosseiro e babaca.
E isso que dizem que nós os pornochanchadeiros, das Bocas, Becos que
financiavamos a Ditadura. Mas isso é outra história...
Escrito por Matheus Trunk às 23h09
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